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OLÁ!

Sobre o projeto

Desafiar Estereótipos é um projeto pedagógico de promoção da Igualdade de Género e de Oportunidades, desenvolvido em coautoria com a artista Ana Bacalhau, que visa criar nos e nas jovens a reflexão e o debate sobre diversos conceitos associados ao tema da Igualdade. O projeto está direcionado para os alunos/as do Ensino Secundário e pode ser apresentado nas mais diversas organizações educativas que trabalhem com este público, em diferentes modelos de apresentação.

​

Este conteúdo, Desafiar Estereótipos, explora, para uma melhor compreensão da temática geral, os diversos contextos de vida, onde a discriminação em função do género acontece, nomeadamente na conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional, nos contextos de Poder e de Tomada de Decisão e em casos de Violência de Género.

Inclui temas originais, musicados pela Ana Bacalhau, e uma peça de teatro, que é a adaptação das histórias do livro ao teatro.

Projeto

Projeto

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Sobre o projeto

Desafiar Estereótipos é um projeto pedagógico de promoção da Igualdade de Género e de Oportunidades, desenvolvido em coautoria com a artista Ana Bacalhau, que visa criar nos e nas jovens a reflexão e o debate sobre diversos conceitos associados ao tema da Igualdade. O projeto está direcionado para os alunos/as do Ensino Secundário e pode ser apresentado nas mais diversas organizações educativas que trabalhem com este público, em diferentes modelos de apresentação.

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Este conteúdo, Desafiar Estereótipos, explora, para uma melhor compreensão da temática geral, os diversos contextos de vida, onde a discriminação em função do género acontece, nomeadamente na conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional, nos contextos de Poder e de Tomada de Decisão e em casos de Violência de Género. Inclui temas originais, musicados pela Ana Bacalhau, e uma peça de teatro, que é a adaptação das histórias do livro ao teatro.

olá!

Autora do projeto

A banda "Deolinda" foi fundada em 2006 e com ela o desejo de viver em exclusivo da música torna-se realidade. Desde então, tem calcorreado o mundo com as palavras e sons da banda.

Pelo caminho, partilhou a voz e o palco com outros músicos, como Gaiteiros de Lisboa, Sérgio Godinho, Xutos & Pontapés, António Chainho, Pedro Abrunhosa, Ana Moura. Em 2013, recebeu o convite para participar numa canção promovida pela ONU, "One Woman", de entre um lote de 25 cantoras, onde se incluem Concha Buika, Bebel Gilberto e Rokia Traoré. A canção pretende alertar para a defesa dos direitos das mulheres.

Em 2017, lançou o seu primeiro álbum a solo, "Nome Próprio", cujos singles de apresentação "Ciúme" e "Leve Como Uma Pena", foram escritos, respetivamente, por Miguel Araújo e Jorge Cruz. Paralelamente, tem ainda integrado projetos como a interpretação de um tema na banda sonora da série de Nuno Markl, "1986", ou dando voz, na versão portuguesa, a uma das personagens de "Smallfoot −Uma Aventura Gelada".

​

O seu envolvimento em "Desafiar Estereótipos" reforça o seu ativismo em prol da Igualdade de Género.

Ana Bacalhau

Ana Bacalhau nasceu em 1978.Quando era criança, sonhava ser professora de Português e Inglês. Por isso, conforme planeado, seguiu os seus estudos nesta área. No entanto, as aulas de guitarra, que tanto pedira à mãe e ao pai, fizeram com que descobrisse a sua voz e uma vontade de fazer música, que nunca mais a largou. 

Fundou a sua primeira banda, "Lupanar", em 2001, em parceria com Gonçalo Tocha e Dídio Pestana. Fazer música em Português, explorar sons, palavras e géneros musicais sem constrangimentos ou barreiras era o objetivo do grupo.

​Ana Bacalhau nasceu em 1978.Quando era criança, sonhava ser professora de Português e Inglês. Por isso, conforme planeado, seguiu os seus estudos nesta área. No entanto, as aulas de guitarra, que tanto pedira à mãe e ao pai, fizeram com que descobrisse a sua voz e uma vontade de fazer música, que nunca mais a largou. Fundou a sua primeira banda, "Lupanar", em 2001, em parceria com Gonçalo Tocha e Dídio Pestana. Fazer música em Português, explorar sons, palavras e géneros musicais sem constrangimentos ou barreiras era o objetivo do grupo.

​A banda "Deolinda" foi fundada em 2006 e com ela o desejo de viver em exclusivo da música torna-se realidade. Desde então, tem calcorreado o mundo com as palavras e sons da banda.

Pelo caminho, partilhou a voz e o palco com outros músicos, como Gaiteiros de Lisboa, Sérgio Godinho, Xutos & Pontapés, António Chainho, Pedro Abrunhosa, Ana Moura. Em 2013, recebeu o convite para participar numa canção promovida pela ONU, "One Woman", de entre um lote de 25 cantoras, onde se incluem Concha Buika, Bebel Gilberto e Rokia Traoré. A canção pretende alertar para a defesa dos direitos das mulheres.

​Em 2017, lançou o seu primeiro álbum a solo, "Nome Próprio", cujos singles de apresentação "Ciúme" e "Leve Como Uma Pena", foram escritos, respetivamente, por Miguel Araújo e Jorge Cruz. Paralelamente, tem ainda integrado projetos como a interpretação de um tema na banda sonora da série de Nuno Markl, "1986", ou dando voz, na versão portuguesa, a uma das personagens de "Smallfoot −Uma Aventura Gelada".

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O seu envolvimento em "Desafiar Estereótipos" reforça o seu ativismo em prol da Igualdade de Género.

Autora do projeto

Ana Bacalhau

Autora do

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Ana Bacalhau

​Ana Bacalhau nasceu em 1978.Quando era criança, sonhava ser professora de Português e Inglês. Por isso, conforme planeado, seguiu os seus estudos nesta área. No entanto, as aulas de guitarra, que tanto pedira à mãe e ao pai, fizeram com que descobrisse a sua voz e uma vontade de fazer música, que nunca mais a largou. Fundou a sua primeira banda, "Lupanar", em 2001, em parceria com Gonçalo Tocha e Dídio Pestana. Fazer música em Português, explorar sons, palavras e géneros musicais sem constrangimentos ou barreiras era o objetivo do grupo.

​A banda "Deolinda" foi fundada em 2006 e com ela o desejo de viver em exclusivo da música torna-se realidade. Desde então, tem calcorreado o mundo com as palavras e sons da banda.

Pelo caminho, partilhou a voz e o palco com outros músicos, como Gaiteiros de Lisboa, Sérgio Godinho, Xutos & Pontapés, António Chainho, Pedro Abrunhosa, Ana Moura. Em 2013, recebeu o convite para participar numa canção promovida pela ONU, "One Woman", de entre um lote de 25 cantoras, onde se incluem Concha Buika, Bebel Gilberto e Rokia Traoré. A canção pretende alertar para a defesa dos direitos das mulheres.

​Em 2017, lançou o seu primeiro álbum a solo, "Nome Próprio", cujos singles de apresentação "Ciúme" e "Leve Como Uma Pena", foram escritos, respetivamente, por Miguel Araújo e Jorge Cruz. Paralelamente, tem ainda integrado projetos como a interpretação de um tema na banda sonora da série de Nuno Markl, "1986", ou dando voz, na versão portuguesa, a uma das personagens de "Smallfoot −Uma Aventura Gelada".

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​O seu envolvimento em "Desafiar Estereótipos" reforça o seu ativismo em prol da Igualdade de Género.

Porquê? Porque é que, socialmente, me sinto mais à vontade para desempenhar certas funções, tarefas ou papéis? Porque é que sinto necessidade de corresponder a certas expectativas sociais relacionadas com o meu género? Porque é que ser mulher ou ser homem influencia o meu comportamento social? Porquê? “Desafiar Estereótipos” incita-te a questionar um porquê muito particular: o porquê das imposições ou das condicionantes sociais que te são apresentadas em função do teu género. Agora, que te estreias ou estás prestes estrear na vida adulta, serás confrontado e confrontada com um conjunto de obstáculos diretamente relacionados com o facto de seres homem ou mulher. Estes obstáculos nem sempre são fáceis de descortinar, tal é a sua subtileza e enraizamento nas normas da sociedade em que vivemos.

Sinopse do livro

Sinopse do livro

Porquê? Porque é que, socialmente, me sinto mais à vontade para desempenhar certas funções, tarefas ou papéis? Porque é que sinto necessidade de corresponder a certas expectativas sociais relacionadas com o meu género? Porque é que ser mulher ou ser homem influencia o meu comportamento social? Porquê? “Desafiar Estereótipos” incita-te a questionar um porquê muito particular: o porquê das imposições ou das condicionantes sociais que te são apresentadas em função do teu género. Agora, que te estreias ou estás prestes estrear na vida adulta, serás confrontado e confrontada com um conjunto de obstáculos diretamente relacionados com o facto de seres homem ou mulher. Estes obstáculos nem sempre são fáceis de descortinar, tal é a sua subtileza e enraizamento nas normas da sociedade em que vivemos.

Sinopse do livro

Porquê? Porque é que, socialmente, me sinto mais à vontade para desempenhar certas funções, tarefas ou papéis? Porque é que sinto necessidade de corresponder a certas expectativas sociais relacionadas com o meu género? Porque é que ser mulher ou ser homem influencia o meu comportamento social? Porquê? “Desafiar Estereótipos” incita-te a questionar um porquê muito particular: o porquê das imposições ou das condicionantes sociais que te são apresentadas em função do teu género. Agora, que te estreias ou estás prestes estrear na vida adulta, serás confrontado e confrontada com um conjunto de obstáculos diretamente relacionados com o facto de seres homem ou mulher. Estes obstáculos nem sempre são fáceis de descortinar, tal é a sua subtileza e enraizamento nas normas da sociedade em que vivemos.

Desafiar Estereótipos é um projeto pedagógico de promoção da Igualdade de Género e de Oportunidades, desenvolvido em coautoria com a artista Ana Bacalhau, que visa criar nos e nas jovens a reflexão e o debate sobre diversos conceitos associados ao tema da Igualdade. O projeto está direcionado para os alunos/as do Ensino Secundário e pode ser apresentado nas mais diversas organizações educativas que trabalhem com este público, em diferentes modelos de apresentação.

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Este conteúdo, Desafiar Estereótipos, explora, para uma melhor compreensão da temática geral, os diversos contextos de vida, onde a discriminação em função do género acontece, nomeadamente na conciliação entre a vida pessoal, familiar e profissional, nos contextos de Poder e de Tomada de Decisão e em casos de Violência de Género.

Inclui temas originais, musicados pela Ana Bacalhau, e uma peça de teatro, que é a adaptação das histórias do livro ao teatro.

Sobre o

projeto

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