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Ensino à distância - Quebra de rendimento

Segundo a Sondagem Social e Política, realizada pelo CESOP–Universidade Católica Portuguesa para a RTP e para o jornal Público, a maioria dos pais residentes em Portugal considera que o rendimento dos filhos piorou durante o período em que não houve aulas presenciais.

A nova realidade com a qual nos vimos forçados a lidar, trouxe alterações profundas nas mais diversas realidades. Afetou o setor económico, financeiro, da saúde, entre outros. A educação não foi diferente. Com o encerramento forçado das escolas, as aulas presenciais foram substituídas por aulas virtuais, os conteúdos tornaram-se também digitais e o contacto entre aluno/professor e aluno/aluno viu-se reduzido. Apesar de todos os esforços desenvolvidos em torno do tema da educação, a maioria dos pais residentes em Portugal não considera que os resultados tenham sido muito animadores.


A amostra

Todos os inquiridos foram selecionados aleatoriamente a partir duma lista de números de telemóvel e telefone fixo, também ela gerada de forma aleatória. No total, foram obtidos 1217 inquéritos válidos.


Os Resultados

Em comparação com o seu rendimento escolar anterior, como avalia o rendimento escolar do seu filho/a durante o período sem aulas presenciais?


Na fase sem aulas presenciais, em comparação com o que se passava anteriormente, apoiou mais ou menos o seu filho/a nas suas atividades escolares?


Considera que as escolas deveriam abrir em setembro em modo totalmente presencial, como era hábito, em modo parcialmente presencial, ou totalmente à distância?


Em função do que conhece hoje, como imagina Portugal daqui por dois anos? Como melhor ou pior educação?


Conclusão

Na perceção dos pais residentes em Portugal, apesar de agora apoiarem mais os seus filhos nos estudos (50%), a alteração do paradigma escolar fez com que o rendimento escolar fosse impactado negativamente (41%). Quanto ao futuro da educação portuguesa, a previsão não é muito favorável, uma vez que consideram que, apesar de ter havido uma digitalização na educação, no espaço de 2 anos, estas medidas não influenciarão a educação positivamente (73%).


Fonte: Universidade Católica

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